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Habeas Corpus de Lula é negado pelo STF

Habeas Corpus de Lula é negado pelo STF

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva teve o habeas corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na madrugada desta quinta-feira (5). Foram seis votos a cinco. Assim se permite que Lula comece a cumprir pena no caso do triplex em Guarujá (SP), onde ele foi sentenciado a 12 anos e um mês de prisão, após encerrados os recursos no TRF-4.

A defesa de Lula tem até o dia 10 e abril para apresentar ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a última possibilidade de recurso do ex-presidente na segunda instância antes que ele possa ser preso. Esse último recurso é chamado de "embargos dos embargos" e não tem poder de mudar a sentença do TRF-4.

Depois de esgotada a tramitação do processo no TRF-4, o tribunal enviará um ofício comunicando a decisão ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato. Caberá a ele expedir o mandado para a Polícia Federal prender o ex-presidente. Lula, então, começaria a cumprir a pena.

Manifestações

Diversas manifestações contra a corrupção e favoráveis a prisão de Lula aconteceram em várias cidades do Brasil, principalmente na região sul, onde o ex-presidente realizou uma caravana durante o mês de março.

Em Guarapuava, não foi diferente. A primeira manifestação ocorreu no dia 28 de março, data em que supostamente Lula passaria pelo município. Outro ato foi realizado na última terça-feira (3), em frente ao Fórum Desembargador Ernani Guarita Cartaxo, na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula, demonstrando que muitos brasileiros queriam que o Superior Tribunal Federal (STF) exercesse um julgamento justo.

Ambas foram organizadas pela Sociedade Civil Organizada, composta por várias entidades, como Sociedade Rural de Guarapuava, Sindicato Rural de Guarapuava, com o apoio da Assessoria Jurídica (Aliança Legal dos Escritórios Decker Advogados Associados e Trajano Neto e Paciornik Advogados), Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava (Acig), Sindicato das Indústrias de Madeira de Guarapuava, entre outras.  

O presidente do Sindicato Rural de Guarapuava, Rodolpho Luiz Werneck Botelho, comentou sobre as manifestações. “Agradecemos aos sócios e parceiros do Sindicato que participaram das recentes manifestações. Queremos um país honesto e sem corrupção", disse.

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